As 10 músicas da minha vida

Oi povo :D

Hoje tive a tosca vontade de vir aqui fazer um top 10 das músicas que vão lááá na alma. Tava pensando em fazer isso há algum tempo, mas faltou oportunidade/coragem. Aproveitando agora que não estou fazendo NADA, vamos lá:

Como cada uma tem sua devida importância, não dá pra colocá-las em ordem de preferência, então vou colocar em ordem alfabética, oks? Let's go, bitch!

The Gathering - Amity

Amity... Bom, The Gathering é uma das minhas bandas preferidas. Anneke tem um feeling INCRÍVEL, um timbre muito bonito e diferente e a banda em si tem uma musicalidade magnífica, bem diferente. Super recomendo. Essa faixa é do álbum if_then_else, que, pra quem não sabe, é um comando de uma linguagem virtual chamada PASCAL (informação desnecessária). No bridge que liga a primeira parte à segunda da música tem umas passagens de guitarra que eu acho DI-VI-NAS. Me dão uma sensação de carros em auto-estrada que é muito nostálgica. Além de tudo, a música é bem triste, o que, pra mim, já conta pontos \o/


Tristania - Deadlands

Essa música, na verdade, foi a primeira música em que eu pensei: É... ESSA música é a música da minha vida. A primeira vez em que eu escutei, foi quando eu fui na casa do Lauro pra ele gravar um CD pra mim com a discografia do Tristania, que foi, também, quando eu conheci a banda. Mas eu não tinha a ouvido imediatamente. Comecei a ouvir o álbum e parei em Destination Departure (quinta faixa). Na outra semana, assisti Brokeback Mountain, logo, fiquei super pra baixo (quem assistir esse filme e não ficar nem um pouquinho triste não é humano ok?). E foi aííí que eu decidi ouvir o resto do Illumination. E a primeira faixa que eu ouvi foi Deadlands.

Ahhh mas logo na introdução eu já me apaixonei pela música. Aquele conjunto de acordes no violão é simplesmente fantástico. E o fato da Vibeke cantar a faixa toda também muito me agradou. A letra é muito bonita e, além de tudo, combina com a história do filme. Como eu já estava numa vibe meio "emo", foi amor à primeira escutada. Até hoje essa música mexe comigo *-*


Theatre of Tragedy - Fade

Essa música foi uma das primeiras do Theatre of Tragedy que eu escutei. E, também, foi a primeira que eu gostei e já foi paixão à primeira ouvida. Me encantei com o piano da música. Devo admitir que o tecladista do ToT é realmente MUITO bom, muito mesmo. A Nell não é uma das minhas vocalistas preferidas, mas ela está com um feeling incrível nessa música! E o efeito que colocaram na voz dela caiu sob medida para a faixa. E olha que essa nem é baladinha, hein? Também acho a letra da música muito interessante, e, apesar de não fazer muito sentido, "and I fade like the dew before the sun" (e eu desapareço como o orvalho antes do sol) é um dos meus versos preferidos. De vez em quando eu coloco no status do Orkut xD Então, é essa aí.


Evanescence - Field of Innocence

Essa foi uma das primeiras músicas não-comerciais do Evanescence que eu escutei. Lembro que a primeira vez em que a ouvi eu estava lá na lan house em frente ao Minas xD E era num vídeo do Final Fantasy IX. Na época eu estava jogando. Achei a música porque estava procurando todas as músicas do Evanescence pra gravar num MP3. Naquele tempo eu também não tinha computador, então não dava nem pra saber direito quais eram todas as músicas e tal. Aí eu descobri essa e foi paixão à primeira ouvida. Essa música, pra mim, é perfeita em cada segundo. Tudo nela é perfeito, tudo, o clima, o instrumental, a afinação da Amy, o coro em latim, os versos na metade... tudo tudo tudo.


Marli - Flores de Ipirá

Marli... Marli é diva, né? Precisa nem comentar.

Geralmente o pessoal c0ostuma desvalorizar o trabalho dela, dizendo que ela não canta nada, que ela não sabe métrica, que desafina pra caralho e blá blá blá, mas as pessoas não entendem e/ou não sabem que por trás da Marli existe um GÊNIO chamado Witched. É ele quem compõe as letras e as melodias das músicas dela. E por trás de coisas aparentemente absurdas como Bertulina, por exemplo, existe uma grande história, um grande apelo social que só quem ouve sem pré-conceitos sabe identificar.

Flores de Ipirá é uma das coisas mais lindas que eu já ouvi na vida. A letra é muito nostálgica, a Marli não está de todo ruim nela, o piano... Ah, o piano. É simplesmente LINDO, muito mesmo, divino. É tão simples e tão profundo ao mesmo tempo... Essa música é de viajar, sério. Dá pra viver a saga da Marli escutando-a. Sintam vcs mesmos.


Within Temptation - Forgiven

A história de Forgiven é bem parecida com a de Deadlands. A ouvi no mesmo dia em que vi o filme e fiquei com ela na cabeça o tempo iiinteeeirinho. Queria decorá-la no mesmo dia. Uma das poucas diferenças, é que em Deadlands eu relembro perfeitamente o cenário do filme, já em Forgiven não. Imagino, sei lá, uma cidade vazia, tipo Paris, e a Sharon (vocal do WT) caminhando por ela com um vestido prateado... Coisa estranha, né? xD

A letra da música é um espetáculo a parte e é nota 10 pra quem compôs.


The Gathering - Jelena

Aeee, The Gathering marcando presença de novo \o/

Só fui reparar na beleza e na profundidade dessa música recentemente. Ela, diferente de tudo que eu já tenha visto, é uma música densa, mas que não é pesada. É densa, mas não é poluída, não é barulhenta nem exagerada. É meio intrigante, enigmática. A letra é o que acho mais legal. Embora não faça muito sentido, me parece falar de uma garota (a Jelena no caso (lê-se "ielena")) doente e que está à beira da morte. Imagino câncer, ou AIDS, mas não consigo captar exatamente a essência da história. Confiram.


Sarah Brightman - Only an Ocean Away

Essa faixa é uma das que mais me emociona. Essa é pelo exato conjunto da obra. A interpretação da Sarah é perfeita, o instrumental é lindo, a orquestra é perfeita, a letra é linda, tudo contribui. Não tenho nem muito o que falar *-*


Theatre of Tragedy - Poppaea

Acho que não existe UM fã de ToT que não goste dessa música.

O álbum dessa faixa, Aegis, é todo feito sob estrutura simples. Ele é um Doom Metal que não tem nenhuma baianagem, tudo muito simples, mas extremamente bem feito. E a simplicidade dessa faixa em especial é que me encanta. A letra não faz o mínimo sentido e o instrumental, como já disse, não tem nada de especial. Mas esse é o dueto mais perfeito da Liv Kristine com o Raymond. Acho que em nenhuma outra faixa do ToT a voz deles "casa" tão bem quanto nessa.


Lacuna Coil - Stars

Essa música é a única que eu conheço que fala de amizade e solidão, coisas relativamente opostas, ao mesmo tempo. E quem compôs essa letra fê-la com maestria. Cristina, que não é das minhas vocais favoritas, dá uma interpretação muito bonita e as guitarras combinam perfeitamente com o vocal dela nessa faixa. 5 estrelas.


E lá se foi mais um post inútil *-*

1bj a todos -n

(post criado, como sempre, sob a divina inspiração de Josy Couto)

I hate to feel

Não me pergunte por que eu tenho que ir
Não sei por que ainda respiro
Não entendo por que ainda estou escondendo...

...todos os meus pensamentos de você
Poupando todo o meu amor pra você
Mais uma vez, estou vivendo dentro de mim.



Theatre of Tragedy - Forever Is the World [2.0]

Ok, passado o momento tr00 "I want Liv Kristine back NOW", fiz outra review mais imparcial (né, Wedla?) do Forever Is the World.
Então let's go again:


Hide and Seek: Senti algo meio "Cassandra" na intro dessa música. Não sei se é o climão ou as notas que usaram pra fazê-la, ou o suspense ou sei lá o que, mas me lembrou Cassandra. E Cassandra é uma boa música. Depois da intro de suspense, já entra o Raymond ahazzando nos guturais, o que achei muito interessante. No refrão entra a Nell, que está incontestavelmente melhor do que no Storm. Pra mim esse é um dos melhores refrões de todo o álbum, e olha que nem o acho catchy. Algo nessa faixa me lembra o homônimo, acho que são as guitarras. Apesar de a faixa ser um pouco linear demais, manter o mesmo ritmo/padrão o tempo todo, é uma boa música pra abrir o álbum.

A Nine Days Wonder: As guitarras da intro e de algumas partes da música me lembram "Open Ground", do Tristania. A pós-intro me lembra MUITO "Decode", do Paramore. E quando a Nell começa a cantar, volta a me lembrar Open Ground. Em alguns trechos da música, a voz da Nell é meio irritante, ou meio forçada, ou as duas coisas. É, essa não é a melhor performance da Nell no álbum, mas o instrumental da faixa é realmente muito bom, tem uns strings bem colocados. E a segunda metade da segunda metade da música realmente me lembra "Happy Christmas (War Ir Over)". Acho que deveria ter tido uma contribuição do Raymond nessa faixa, já que ela toda é cantada apenas pela Nell.

Revolution: Não gostei muito dessa. A sequência de notas da introdução não me agradou, o modo com a Nell entra cantando não me agradou... Depois as trocas de acordes não me agradaram, o ritmo da música não me agradou. Na metade da música tem um one-woman-duet da Nell com ela mesma que acho interessante. E depois tem um "Heal me" que eu achei legal, que foi quando achei que a música fosse dar uma engrenada, mas não, só no final é que tem uma conclusão interessante. A letra que não sei se vai agradar, porque não vi ainda, no mais, é uma faixa média.

Transition: O teclado da introdução me lembra os teclados do Storm, principalmente em "Ashes and Dreams". E também tem uns efeitos meio "Fade", na voz e no instrumento, que achei interessante. Não sei se é porque gosto muito² de Fade, mas achei isso positivo. Acho que essa é minha música preferida; me parece que colocaram nela o que há de bom e interessante no Storm, com algumas melhoras. E também há variações legais na melodia, da metade em diante. No final tem um encerramento meio Musique/Assembly que eu gostei bastante.

Hollow: Essa talvez seja minha segunda preferida. A introdução me lembra "Masquerader & Phoenix". Gosto do ritmo da bateria dessa música, deixa ela empolgante, mesmo que a música comece calma. E a Nell passa bastante feeling nessa faixa. Depois do "I turn away, it never gets back" a música dá uma acelerada que fica equiparável com a empolgação que a bateria passa, mas logo depois a música volta a acalmar. Gostei dos teclados; achei bem encaixados. Uma coisa que não me agradou nessa faixa foi a quebra brusca entre o reacalmar-acelerar. Depois do segundo refrão entra o Ray com seu gutural perfeito, que dá um up super válido na música. Não gostei muito da parte que sucede o gutural. Tem um instrumental longo que se estende até o final da música, que achei meio desnecessário. E os teclados que aí aparecem também me soaram Stormish, mas nada que prejudique a música.

Astray: Achei essa música a mais Musique de todo o álbum. Não gosto muito da voz falada do Ray, ainda mais sem efeito, como nessa faixa. A participação da Nell nessa música não me agradou. Se essa música fosse toda do Raymond, sem participação da Nell, eu talvez a achasse mais interessante. E o excesso de repetições de versos deixaram a música um pouco cansativa, e o encerramento à lá "City of Light" me fez gostar ainda menos da faixa.

Frozen: Essa música é foda. Não chega a ser minha preferida, mas ela é muito foda. E olha que eu não costumo falar "foda". Tenho a impressão de que a Nell deu seu máximo nessa faixa, porque ela está simplesmente IN-CRÍVEL. Depois entra o gutural do Raymond, dando o toque Velvet Darkness na música, que pra mim é a segunda mais Aegis do álbum. Além de um grande feeling, tem algo de muito nostálgico nessa faixa. E o dueto Nell-Raymond na segunda metade da segunda metade da música é muito interessante. Essa, pra mim, é a música mais cheia de personalidade do álbum.

Illusions: Vejo algo meio country nessa música. Ou country, ou gospel, ou as duas coisas, não sei. Mas quando ouço, imagino montanhas e frio. E também algo de esperança, não sei explicar. E a voz falada do Raymond, que nunca me impressionou tanto, coube direitinho nessa faixa. Gostei da acelerada na segunda metade da música; muito digna, mas depois entra o Raymond novamente, mas nessa parte eu já não achei tão legal. Sinto uma vibe Velvet Darkness, principalmente "Der Tanz Der Schatten" nessa faixa. E ainda não entendo o "eletric blue" que é repetido em alguns trechos da música.

Deadland: Pra mim essa faixa é resquício do Storm. Não é ruim, não, mas seria mais coesa se estivesse no Storm. Em algumas partes me parece "Begin and End", em outras, "Silence", e, em poucas. "Ashes and Dreams". Mas também, já que a proposta da banda era fazer um mix de TODOS os álbuns, não há nada de mau em colocar uma pitada de Storm nele, né? A acho animada. O teclado do final talvez seja o teclado mais "Storm" do álbum, junto com o de Transition.

Forever Is the World: A introdução é linda, tem um teclado muito bonito. A Nell tá ótima nessa faixa, também, como na maioria das outras. Mas tem uns "ahhh ahhh" que simplesmente MATAM a música. Apesar dos gemidos desnecessários, a música é uma bela baladenha. Nada extremamente depressivo, mas uma música bem calma, perfeita pra encerrar o álbum. E eu A-MEI a parte em que diz "Only man ends, but forever is the world". Esse verso é, pra mim, o melhor de todo o álbum; salva os gemidinhos da música lindamente.

CONCLUSÃO:
Até que os três anos de espera foram bem recompensados. Esse álbum compensa perfeitamente todas as falhas do Storm, tanto no vocal quanto no instrumental. A melhora da Nell tecnicamente falando é gritante e a evolução de um álbum para o outro também. Dizer que o álbum é totalmente Stormish é tr00zisse (sim, eu disse isso u_u (e mudar de opinião é digno dos sábios xD)). Forever Is the World, apesar de, na minha humilde opinião, ainda não ser tão genial quanto os outros clássicos da banda, é um ótimo sucessor do Storm, que não atingiu nem ultrapassou a expectativa de alguns fãs (como eu xD). Nesse álbum a banda conseguiu reunir com maestria elementos dos álbuns anteriores, fazendo do FItW um trabalho "worth the price".

AVALIAÇÃO FINAL:
9,0 pontos

TOP 5:

1. Transition
2. Hollow
3. Frozen
4. Forever Is the World
5. Hide and Seek

Theatre of Tragedy - Forever Is the World


Oi gente

Esse blog tá praticamente inutilizado, mas tiiive que vir aqui fazer uma review do novo álbum decepção do Theatre of Tragedy. Vazou hoje, entããão, tá fresquinho. Vamos lá:

Theatre of Tragedy, pra quem não sabe, é uma banda de Gothic Metal que teve uma fase Industrial e que demitiu a melhor vocalista do metal de todos os tempos, Liv Kristine, substituindo-a por uma "novata" chamada Nell Sigland. Gosto bastante das duas, mas nem se compara a supremacia da Liv à inexperiência da Nell... Mas vamos lá:

Hide and Seek: Primeira faixa do álbum. Começa toda enigmática, com um piano de três notas fazendo todo um suspense... Interessante, mas meio fail. Depois entra o Raymond com os guturais à lá Velvet Darkness They Fear e o piano do fundo é misturado à guitarra e strings... Até que chega a Nell no refrão e quebra o climão. Não sei se gosto dessa música. Acho digna, simplesmente, e meio sem sal, como todo o álbum. Faltou um pouco de emoção/surpresa no decorrer da música, que praticamente termina do mesmo modo que começa. E a melhor parte da música definitivamente é o Ray falando "motherfucker", kkkk. Essa faixa é a que, pra mim, mais se assemelha ao Aegis. Sempre me lembra "Cassandra".

A Nine Days Wonder: A música já começa meio fail, numa vibe SUPER Paramore, me fazendo até acreditar que a qualquer momento a Nell vai entrar cantando "Decode". Os vocais dela nessa música às vezes me parecem meio forçados. Depois a música dá uma desacelerada e dá pra notas melhor os strings, que estão muito básicos, coisa que dá pra tirar de ouvido. Na fase tr00 os teclados eram mais dignos e não eram 9-years-old-boy-made, como diria o Lucas - O Moderador Malvado. Depois dá uma relativa mudada e continua capenguinha, sem nada de especial, e os teclados dão uma leve acelerada. Nessa parte eu penso que a Nell vai cantar aquela música de Natal "Então é Natal e o ano novo também..." por causa da melodia, mas é só uma impressão -q

Revolution: Essa começa numa coisa meio tr00/pop que eu achei tendência. Senti uma leve pegada "egípcia" nos strings, como em "Follow in the Cry" em alguns trechos. A música mantém, em dose bem menor, o mesmo clima de suspense de Hide and Seek, deixando-a meio "dejavú". Nada de especial nessa música, só mais uma no álbum. Em alguns trechos a música ameaça ficar mais promissora, mas não vai pra frente, continua na mesma.

Transition: Essa é um pouco mais calma, mas já começa totalmente Stormish. Pensei que ia começar a tocar "Ashes and Dreams" quando ouvi pela primeira vez... A voz da Nell nessa está mais "ouvível". O piano do fundo, apesar de não ter muito destaque na música, até que é interessante, meio viajado, apesar da simplicidade. Acho que tentaram nesse álbum rebuscar a simplicidade do Aegis, mas não conseguiram u_u. Até que eu gostei dessa. Em algumas passagens acho ela meio triste, acho que foi isso que me agradou. Gostei do final meio Indistrial, com uma pegada meio Musique... É, essa música é boa (Y)

Hollow: A introdução dessa música é legal, tem uma bateria acompanhada de uma guitarra que não soube identificar direito o que era, mas parecia o "Mute Guitar" do meu teclado. A música começa calma e a Nell canta legal nela. A letra também é interessante, embora não seja nenhuma obra prima. A música tem umas oscilações entre acelerar/desacelerar que dá um toque, mas acho que a mudança brusca do "I turn away" do comecinho pro primeiro refrão deu uma quebra estranha a música, e o gutural do Raymond entrando em seguida então deixou totalmente estranho. Depois do final do refrão vem um instrumental que eu achei desnecessário e que se estende até o final da música. [?]

Astray: Essa já começa em clima de Assembly/Musique, com o Raymond cantando. Não sou muito fã da voz dele não, a não ser no Aegis, que é o grave mais lindo e absoluto que já ouvi, ou nos outros álbuns guturais, que o gutural del é perfeito. Depois entra a Nell cantando num tom meio fade que vai, aos poucos, ficando mais nítido. Achei essa música meio feliz. E a voz da Nell me agradou um pouco mais, embora a melodia das partes repetitivas do Raymond deixem a música um pouco chata.

Frozen: Essa música já começou triste... O "Mute Guitar" da introdução deixa ela meio melancólica. Tudo começa muito promissor, até que entra o Raymond com o meio-gutural dele. Achei que atrapalhou um pouco o bom andamento da música. Ficou uma coisa meio "vai-num-vai", um gutural mal feito, sacas? Estranho. Mas, ainda assim, a música continua triste. Achei um pouco monótona, mas é uma boa música.

Illusions: Achei essa simplesmente muito gospel. Depois, mais ou menos na metade, a música acelera e fica parecendo "Voices", do Storm.

Deadland: A única coisa que presta nessa música é o "Speech of the darkness", que eu acho um charme. O resto é pop, comercial e comum.

Forever Is the World: Introdução de piano. Atoron. E piano digno, detalhe. Depois entra a Nell cantando direitinho e calminho. Tem uns gemidinhos meio desnecessários na música e uns violinos, ou tentavias de imitação de violinos, meio avulsas, mas ok. Essa música me soa um tanto... sei lá, esperançosa. Sabe aquelas músicas que toca enquanto as letrinhas sobem no final do filme? Então, por aí.

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Pois então... É isso. Após esse tempo todo, pelo menos as minhas espectativas não foram correspondidas.

(comentário tr00):

Gosto do Storm, sim, mas os álbuns antigos do ToT são incomensuravelmente melhores que os da nova fase. E o Forever Is the World me pareceu uma continuação corrigida e aperfeiçoada do Storm, só. Acredito que esse álbum vai ser um fail e que o ToT não vai durar tempo suficiente pra lançar outro álbum, o que é uma pena, já que eles revolucionaram a história do Gothic Metal.

#avaliação final: 6,5 pontos.

Descoberta do dia


Como consegui viver até hoje sem esse álbum?! *-*


O sangue de uma pedra

Por que é que eu acho essa música tão indescritivelmente incrível?


Never ask at all time
Keep it disguised - let no one know
Tell me who gave you these rules
Oh, you never made no promise
Made no promise, boy